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Entendendo a importância e as vantagens de cada ferramenta: Blog, Twitter, Facebook, G+, Youtube, Instagram, Pinterest


Antes de começar a criar a sua estratégia de Marketing Digital, é preciso ter em mente que nem todos os sites e plataformas de mídia social foram criados para funcionarem do mesmo jeito. Apesar de algumas similaridades, cada canal tem suas funções independentes e suas próprias qualidades. Por conta disso, produtores de conteúdo e gestores de redes sociais precisam tratar cada plataforma também de forma individual.

Entender as particularidades de cada rede é a garantia de criar campanhas realmente efetivas para cada uma delas. Para ajudar você a entender melhor essas diferenças, montamos essa lista apontando a importância e as vantagens das ferramentas sociais mais populares e importantes para o seu negócio:

 

1. Blog

Quer sua companhia seja uma multinacional, quer seja uma micro-empresa, ter um blog é uma ferramenta excelente para a sua estratégia de marketing. Isso porque em um blog, você tem uma excelente forma de mostrar a personalidade da sua marca para o público, fazendo com que este se identifique com a cultura em torno da sua companhia.

Na verdade, muitas são as vantagens de se ter um blog. Poderíamos citar como principal, o fato de que ter um blog ajuda a você a se estabelecer como autoridade em seu nicho, porque o conteúdo que você compartilha dá valor a sua marca como um todo. Não bastasse isso, blogs aumentam o trafego de um site, ajudam o SEO, ou seja, melhoram o rankeamento de um site em buscadores, e representam uma excelente forma de educar o seus clientes, desenvolvendo relações mais profundas com o seu consumidor.

 

2. Twitter

Twitter é uma plataforma semelhante a um blog, porque permite atualizações constantes e frequentes: os usuários podem enviar mensagens contendo até 140, e estas podem conter imagens e links. O Twitter é uma rede social poderosa exatamente porque se propõe a ser um jeito rápido e fácil de disseminar informação. Por meio dele, você consegue oferecer conteúdo relevante ao seu público alvo, compartilhar as novidades mais recentes, manter um olho na concorrência, ou em líderes do seu nicho, e finalmente, pode fazer dele um canal a mais de atendimento ao seu público.

Com frases inteligentes e atrativas, você consegue construir a persona da sua marca, e criar campanhas efetivas atraindo para o seu negócio pessoas realmente interessadas em sua marca, e com isso, aumentar as suas vendas.

 

3. FaceBook

O Facebook é sem dúvida a rede social mais popular, e é uma plataforma interessante porque permite a customização da interface. Fanpages podem integrar aplicativos e personalizar as experiências do seus seguidores. Sua principal vantagem está no fato de que você pode criar campanhas e impulsionar as suas postagens para que elas alcancem uma audiência bastante seguimentada. Isso quer dizer que a sua voz vai atingir exatamente quem você quer que ouça.
Além disso, o Facebook tem por característica usuários que realmente gostam de compartilhar e interagir com as postagens. Isso quer dizer que se o seu conteúdo for relevante e de qualidade, seus seguidores vão se sentir propensos a divulgarem a sua marca, e virarem verdadeiros embaixadores dela.

 

4. Google+

Com mais de 100 milhões de usuários ativos, o Google+ é uma daquelas redes que todo estrategista em marketing digital precisa prestar atenção. Sua maior vantagem, para as empresas, é que ele melhora a posição das marcas nos resultados de busca do Google, aumentando a visibilidade, e ajudando consumidores a encontrarem determinado conteúdo de maneira mais rápida. O conhecido botão +1 também aumenta as chances de visibilidade: quanto maior a quantidade de +1, mais atenção ele ganha na página de resultados do buscador.
Outro fator interessante é que o G+ cria um senso de pessoalidade entre clientes e empresas. Isso porque as marcas podem manter seus consumidores em seus “círculos”, facilitando a troca de comunicação.

 

5. YouTube

O Youtube é a ferramenta de compartilhamento de vídeos mais bem sucedida até hoje. Por pertencer ao Google, as contas no Youtube são ligadas ao Google+, o que significa que conteúdos produzidos para o Youtube ressoam no G+. Ter um canal de vídeos pode ser importante para a sua empresa porque vídeos são engajadores, auxiliam a criar a credibilidade de uma marca e a estabelecê-la como referência no setor, e ainda são excelentes na hora de compartilhar muita informação de forma não tediosa e em pouco tempo.

 

6. Instagram

Imagens já se mostraram ser bastante efetivas quando o assunto é Social Media, e o Instagram é provavelmente uma das redes mais populares quando se trata de compartilhamento de imagem para mobile. O aplicativo é excelente para a divulgação de imagens e vídeos curtos em tempo real. No Instagram, você pode, de um jeito divertido, atrair tráfego e crescimento para o seu negócio. Ele permite uma linguagem pessoal, muito próxima da linguagem do seu público alvo, e permite uma fácil interação com a sua audiência. O melhor de tudo é que por ser um aplicativo para mobiles, você estará apto a alcançar o seu público onde ele estiver.

 

7. Pinterest

O Pinterest rapidamente se tornou uma rede social quase que essencial, mostrando que o conteúdo visual é bastante importante para as estratégias de marketing online. O site alcançou rapidamente a marca de 10 milhões visitantes únicos mensais por ser uma plataforma bonita e intuitiva. O Pinterest é um excelente organizador de conteúdo visual, e por isso, atrai um grande volume de tráfego para os sites, aumentando com isso as vendas. Além disso, informação visual é muito mais fácil de ser absorvida pela audiência. O conteúdo compartilhado na rede é ótimo para atrair atenção daquelas audiências inquietas, que não ficariam tempo suficiente lendo um texto, mas se divertiriam lendo um infográfico, por exemplo.

 

Entender de forma clara o propósito de cada rede e qual o tipo de conteúdo combina melhor para cada uma delas pode parecer desafiante, mas uma vez que você o faz, vai perceber que criar estratégias e compartilhar conteúdo ficará mais fácil e trará mais resultados para a sua empresa.

E você? Qual dessas redes sociais você já participa? Comente com a gente!

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Como planejar sua estratégia de marketing utilizando o Business Model Canvas


Muitos empreendimentos necessitam de planejamento e ferramentas de gerenciamento estratégico se mostraram bastante interessantes. Uma delas é o Business Model Canvas (BMC), a qual possibilita desenvolver e traçar um modelo de negócio novo ou esboçar um já existente. Trata-se de um mapa visual que pode ser pré – definido com nove blocos que irão representar o modelo de negócios. Inicialmente proposto por Alexander Osterwalder, o modelo se baseia em seu projeto anterior sobre Business Model Ontology.

A BMC é indicada para diferentes empreendimentos, de todos os portes, sobretudo para empresas novas, que estejam na fase inicial do planejamento do negócio. Seu principal objetivo é que os envolvidos possam definir o modelo de negócio de uma maneira simples e visual. A ferramenta se baseia nas semelhanças de diferentes conceitos de modelos de negócios, oferecendo um padrão para que a empresa possa descrever naturalmente seu modelo de negócios.

A figura acima mostra basicamente o Business Model Canvas. Veja que são nove os blocos dispostos no painel e os envolvidos devem preenchê-lo conforme as propostas do negócio. O objetivo é extrair as propostas de valor que atendam as necessidades antes da formulação do produto, sistema ou serviço. Inicialmente basta imprimir o modelo e começar a preenchê-lo. Abaixo a descrição de cada um dos itens do painel.

 

1 – Segmento dos clientes (Customers Segments)

O primeiro item a ser preenchido diz respeito aos clientes, uma vez que depois de estabelecido dará base para o restante dos itens. É importante definir bem e ser claro para definir o perfil do cliente ideal, tendo em vista que o conhecimento acerca do consumidor irá ajudar a obter o sucesso esperado. Evite ser superficial nesse quesito, pois a segmentação irá ajudar a direcionar o negócio, sendo imprescindível a desprender tempo para detalhar esse item.

 

2 - Proposta de Valor (Value Proposition)

O próximo item serve para estabelecer uma oferta de valor, ou seja, qual será a proposta para atender as necessidades dos seus clientes em potencial. É neste item que você irá identificar no que o negócio é bom e como ele se diferencia no mercado o qual está inserido. Esta é uma fase que precisa de atenção para seu amadurecimento, buscando adequar a proposta ao tipo de cliente estabelecido no primeiro item.

 

3 – Canais de Distribuição (Channels)

Após definir os clientes e a proposta de valor, é preciso pensar como fazer com que os dois se encontrem. Basicamente este item irá determinar como seus produtos e serviços serão vendidos. Há diferentes modelos de comercialização, com destaque para vendas diretas, atendimento presencial, atacado, varejo, site de vendas, entre outros.

 

4 – Relacionamento com o cliente (Customer Relationships)

Após determinar como será a venda e a entrega ao cliente será necessário estabelecer quais os pontos de relacionamento que serão estabelecidos em todas as fases do processo, que incluem o pré venda e vai até o pós – venda, passando pela execução do serviço. O principal objetivo é fortalecer o envolvimento do cliente com a empresa ou negócio. Alguns exemplos de relacionamento são Ouvidorias, SAC, atendimento pós – venda, canal de perguntas e respostas, entre outros.

 

5 - Fontes de Receita (Revenue Stream)

A receita é basicamente o resultado da entrega da oferta de valor para o cliente, ou seja, o retorno financeiro do negócio. Há diferentes formas de receita, com destaque para as pontuais, de companhias que comercializam seus produtos ou serviços de uma única vez, contudo há possibilidade de vendas com assinaturas mensais, retorno em publicidade paga e doações.

 

6 - Recursos-Chave (Key Resources)

Trata-se dos recursos necessários para o funcionamento do negócio. Neste item será necessário estabelecer quais os itens que irão compor sua oferta de valor, podendo ser o espaço, maquinário, investimentos, matéria – prima, pessoal e uma gama de quesitos fundamentais para o empreendimento.

 

7 - Atividades-Chave (Key Activities)

Este item deve ser preenchido com todas as atividades necessárias para atender as propostas de valor, além da construção dos canais de distribuição e demais fatores necessários para manter o relacionamento com o cliente. São exemplos de atividades-chave: acompanhar redes sociais, fazer pesquisa de mercado, desenvolvimento de novas abordagens e produtos e outros.

 

8 - Parceiros-Chave (Key Partners)

Os parceiros – chave são todos aqueles que de alguma forma podem contribuir principalmente com Atividades-Chave e os Recursos-Chave, compondo assim a oferta de valor. No atual cenário é bastante comum ver ofertas de valor compostas por mais de uma companhia, sendo quase impossível uma empresa atuar sozinha.

 

9 - Fontes de Custo (Costs Structure)

Este item deve representar os custos necessários para manter o negócio. A oferta de valor gera custos para a empresa e devem ser discriminados para manter o controle da produção. Pagamentos, compras, custos referentes a infraestrutura são alguns dos itens que devem ser estabelecidos.

 

Dicas finais

O emprego correto do Business Model Canvas facilita a concepção de novos projetos, produtos, sistemas e serviços, por meio do exercício e estudo dos nove elementos fundamentais. É válido ressaltar que a aplicação da ferramenta não tira a necessidade de pesquisa. O BMC deve estar aliado a conversão e a interação de opiniões, visando criar um entendimento comum entre os envolvidos para gerar indicadores fortes para a inovação estratégica.

Para auxiliar nessas questões e ampliar os horizontes a Brasília Marketing School criou um curso ideal tanto para empreendedores de primeira viagem quanto aqueles que já estão atuando no mercado, mas que querem conhecer mais sobre a ferramenta. Saiba mais acessando o site.

Dicas para fazer um planejamento de marketing de conteúdo


O marketing de conteúdo tem sido o foco do marketing atual. Através das premissas do inbound e da produção de formatos relevantes, o marketing de conteúdo permite a conquista de diversos objetivos, como: atração de tráfego, criação de audiência, captação de leads, geração de autoridade no nicho, posicionamento de mercado, entre outros. Para isso, basta que a equipe ou profissional responsável saibam direcionar as estratégias.

 

Mas o que é marketing de conteúdo?

Resume-se num conjunto de táticas que tem por objetivo atrair, cativar e fidelizar clientes. Através de análises e pesquisas é possível descobrir o que o público alvo necessita e deseja, e a partir dessas informações, criar e publicar conteúdo de qualidade que sirva para evolver os consumidores com a marca.  O marketing de conteúdo pode ser posto em prática em todos os canais possíveis, através de formatos como: artigos em blogs, posts redes sociais, infográficos, formulários, ebooks, vídeos, webnários, podcasts, guias, entre outros.

Existem muitas vantagens de se aplicar essa estratégia em seu negócio digital, entre elas a oportunidade de criar um relacionamento de troca com o cliente, já que seus conteúdos podem ajudá-lo com alguma dor, e ele venha retribuir comprando seus produtos ou contratando seus produtos. Além da qualidade, dois requisitos básicos para um plano ideal de conteúdo é a recorrência e a organização. Para isso existe o calendário editorial!

 

O que é e como criar um calendário editorial

Trata-se de um documento em que o responsável pelo conteúdo aplica todos os aspectos necessários para executar o plano. Nele deve entrar os temas e títulos que serão lançados, os formatos de conteúdo, o dia e até os horários das postagens. Essa tática é muito utilizada nos blogs corporativos, onde se faz essencial manter um bom número de postagens, estipulando datas. O objetivo é que se otimize a estratégia de marketing de conteúdo, criando os posts com antecedência e organização. 

 

Como fazer

Não existe um padrão específico, mas alguns requisitos são fundamentais na hora de planejar seu marketing de conteúdo. Confira quais são:

 

  • Formatos – Vídeos, Ebooks, artigos em blogs? O que você pretende lançar? Defina isso na hora de criar seu calendário, sempre analisando o orçamento disponível e verificando se os formatos escolhidos irão, de fato, provocar o engajamento do público.

  • Número de publicações – Se o foco aqui é um blog, você precisa definir quantos posts mensais serão publicados. De 3 por semana? 1 por dia? Defina antes de começar. O mesmo vale para as páginas de redes sociais, de canais no Youtube e etc.

  • Temas – Os temas devem sempre ir ao encontro do que o público busca e precisa. Após isso, lembre-se de fazer uma ponte com o que você tem para oferecer, as soluções para as dores dos clientes em potencial.

  • Títulos – Com base nos temas, é preciso definir agora quais os títulos para suas publicações. Algumas dicas são ótimas nesse sentido: usar palavras chave, listas, segredos, guias, etc. Lembre-se sempre de compor a partir do conceito de “aprenda a fazer”.

  • Data e horário de publicações – Nesse tópico você deve definir quando os conteúdos serão publicados. Confira as datas do mês e escolha os dias de semana para lançar cada post. Estipule horários em que o público mais possa interagir.

 

Após percorrer todas essas etapas de planejamento de marketing de conteúdo, você estará apto para criar a sua estratégia, com segurança, clareza e maximização de resultados.

Então, pronto para planejar seu conteúdo e criar seu calendário editorial? Se precisar de ajuda, não hesite em experimentar o Curso de Marketing de Conteúdo da Brasília Marketing School!

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